23/11/2009
16/11/2009
09/11/2009
01/11/2009
"160 B) A ESPADA DOS JUSTOS"
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"Aqueles que trotam pelos gramados do reino verde e amarelo sabem utilizar-se da bravura necessária para levantar o prêmio máximo."
“A ESPADA DOS JUSTOS”
Nossa espada foi forjada por nobres ferreiros italianos, ao final do inverno de 1914.
Verdadeiros guerreiros das causas e efeitos nos informam sobre as leis que regem aqueles que pisam a sagrada planície de combate, onde os escolhidos a defenderem as cores de nosso estandarte carregam a marca do caráter e da coragem.
E tudo aquilo que foi escrito, a História provou na íntegra. E continua provando, pois a lâmina que reluz sob a tutela de cada cavaleiro alviverde nesta empreitada é o exemplo vivo de que morremos somente pelas mãos do melhor, e não pela língua mais afiada ou pelas tramas urdidas pelos conspiradores dos bastidores.
Aplacai vossa ansiedade, exigente torcedor. Aqueles que trotam pelos gramados do reino verde e amarelo sabem utilizar-se da bravura necessária para levantar o prêmio máximo. E por ele, mediante a “cruzada” escolhida, dizer com fé: “Faltam cinco luas para o êxtase”.
"160 A) AXÉ"
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"Axé à torcida e ao frisson."
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"Axé ... ao arremate letal."
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"Axé ao homem de ébano ..."
“AXÉ!”
Axé a todos que merecem. Axé às linhas de defesa, meio de campo e ataque. Axé à torcida e ao frisson. Axé à assistência correta e ao arremate letal. Axé à paz que volta a reinar.
Axé ao lançamento perfeito e à chance de aumentar a diferença. Axé à penalidade máxima marcada. Axé ao homem de ébano e à responsabilidade assumida.
Axé ao passe malemolente de calcanhar. Axé à magia. Axé a nada menos que o gol.
Axé a ele - o homem da batida olodum -, à bola e ao gol. Axé à genuína arte da Bahia de todas as crenças. Axé às seis luas que faltam para o êxtase.
28/10/2009
"159 B) A CHUVA VAI PARAR?"
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"Insistir e persistir."
“A CHUVA VAI PARAR?”
Vamos secar as lágrimas. Evadir nossa esperança. A estrada é acidentada, mas o homem pavimenta mudanças.
Olhamos à nossa retaguarda e observamos - mesmo que de soslaio -: “Não foi ruim!”. Nada que os guerreiros não possam vencer. Nada que o povo esmeraldino, com seu grito destemido, não possa ajudar a alterar.
Está na hora de aplicar aquilo que se planejou. Não confundir velocidade e pressa. Insistir e persistir. Combinar o espírito e a matéria. Demonstrar que o vôo traçado por nossa alma é alto e inalcançável pelos demais litigantes.
Agora respondamos juntos: A chuva vai parar?
Estamos na dependência de poucos que lutam por muitos.
26/10/2009
"159 A) A FLECHA DE AKBAR"
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"A vitória sempre nascerá pelas mãos dos homens estratégicos, afeitos à habilidade de seus comandados."
"A FLECHA DE AKBAR"
Século XVI (1556). Duas forças antagônicas disputam à hegemonia do norte da Índia. Akbar (1542 - 1605), filho de Humayum (1508 – 1556) e Ibrahim (1534 - 1558).
Akbar responde pelos interesses da Dinastia Mongol. Ao contrário, Ibrahim responde pelos interesses islâmicos.
Através de acordos bem costurados, o exército islâmico conta com um contingente maior, além da inquestionável capacidade de comandar do Ministro Chefe Hemu (1501 – 1556). Ele, do alto de seu elefante, sentado em um banco confortável, articula as tropas muçulmanas. Contudo, não desconfia da estratégia montada pelo regente Akbar.
Exclusivamente baseado no modo medieval de lutar as batalhas - onde é costume retirar-se do campo de guerra, ao sinal de ferimento ou morte de seu chefe -, “Ghazi” Akbar nomeia seu melhor arqueiro - algo semelhante a um atirador de elite - para uma tarefa importante: “A flecha de misericórdia.”.
Dito e feito, a flecha certeira vaza o olho direito de Hemu. Suas milícias, como é de se esperar, debandam desorientadas. Cabe a Akbar decapitá-lo e assumir o trono do norte da Índia.
Forças desiguais? Nunca se esqueça da coragem e do comprometimento. A vitória sempre nascerá pelas mãos dos homens estratégicos, afeitos à habilidade de seus comandados.
Enfim, confiança e reciprocidade.
25/10/2009
"158 B) DA TERRA DOS BEATLES"
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" ... a fonte inspiradora partiu da terra dos Beatles."
“DA TERRA DOS BEATLES”
As cidades de Liverpool e Manchester tornaram-se rivais no futebol. Espelhos de suas economias, elas fizeram do porto e da indústria seus porta-estandartes.
Liverpool e Manchester nos proporcionaram, neste final de semana, tudo aquilo que precisávamos para manter a auto-estima inviolável. Ambas as equipes se aplicaram, contudo a fonte inspiradora partiu da terra dos Beatles.
A equipe do Condado de Merseyside, conhecida por “diabos vermelhos”, atravessava uma fase decepcionante - pasmem a coincidência, vinha de conhecer quatro insucessos consecutivos.
Incentivados pela calorosa torcida, cada atleta lutou pela posse de bola como um homem faminto por um prato de comida, superando as dificuldades emocionais e os obstáculos naturais de um jogo difícil, onde a supremacia técnica é uma conseqüência do bom desenho tático.
Que nos sirva de exemplo, pois nada está perdido.
23/10/2009
"158 A) HERDEIROS DA PROVIDÊNCIA"
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"Faltam sete luas para o êxtase."
“HERDEIROS DA PROVIDÊNCIA”
Ficamos assim! “O melhor é o pior?”
Vamos esvaziar o estádio e deixá-lo às moscas? Transformá-lo no próprio “banquete dos mendigos”? Afinal, Nostradamus (1503 – 1566) não previu o fracasso?
Para que torcer e viver o frenesi do ataque contra a defesa?
Volta e meia, acometidos pela coragem dos suicidas. Volta e meia, contagiados pelo medo dos fracos. Volta e meia, o diretor técnico que não justifica o investimento. Volta e meia, o “sapo-boi” - vá de retro Satanás! - que deixa saudade... Essa é a grande e proveitosa maneira de ser passional do torcedor palmeirense?
“Nobre Poeta”, eu admito: o mundo não é azul - Casa de Savóia -! Ele é cinza! Ele é consumido pelos déspotas e pelos praticantes do vil nepotismo. Contudo, não podemos nos vergar a esse tipo de figuras - as mesmas que julgam à sua própria vontade e capricho (aplique tal premissa ao atacante Vágner e ao resultado absurdo de seu julgamento).
Podemos não pactuar com os métodos implantados pelos homens que conduzem nossos sonhos delirantes, mas não podemos perder a esperança.
O mundo não é azul? Mas a esperança é verde, branca e... vermelha, cor do sangue corrente em nossas veias.
Faltam sete luas para o êxtase!
Acreditem sempre!
Vamos esvaziar o estádio e deixá-lo às moscas? Transformá-lo no próprio “banquete dos mendigos”? Afinal, Nostradamus (1503 – 1566) não previu o fracasso?
Para que torcer e viver o frenesi do ataque contra a defesa?
Volta e meia, acometidos pela coragem dos suicidas. Volta e meia, contagiados pelo medo dos fracos. Volta e meia, o diretor técnico que não justifica o investimento. Volta e meia, o “sapo-boi” - vá de retro Satanás! - que deixa saudade... Essa é a grande e proveitosa maneira de ser passional do torcedor palmeirense?
“Nobre Poeta”, eu admito: o mundo não é azul - Casa de Savóia -! Ele é cinza! Ele é consumido pelos déspotas e pelos praticantes do vil nepotismo. Contudo, não podemos nos vergar a esse tipo de figuras - as mesmas que julgam à sua própria vontade e capricho (aplique tal premissa ao atacante Vágner e ao resultado absurdo de seu julgamento).
Podemos não pactuar com os métodos implantados pelos homens que conduzem nossos sonhos delirantes, mas não podemos perder a esperança.
O mundo não é azul? Mas a esperança é verde, branca e... vermelha, cor do sangue corrente em nossas veias.
Faltam sete luas para o êxtase!
Acreditem sempre!
21/10/2009
"157 B) DÊ UMA CHANCE À PAZ E AO TÍTULO"
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“... todos sejam um ...”
“DÊ UMA CHANCE À PAZ E AO TÍTULO”
Lutamos contra a ditadura. Por um Brasil melhor, mais justo e mais solidário.
Assistimos companheiros desaparecerem e provamos do sabor da tortura.
Levantamos “a bandeira da liberdade de imprensa” e hoje desfrutamos dela com amor irrestrito.
Portanto, não pretendo que meus amigos internautas entrem em conflito e disputem entre si o valor da verdade. Ela é efêmera - uma questiúncula de ponto de vista. Prefiro que “todos sejam um” e que “o uníssono demonstre sua importância ao conduzir a bola rumo ao gol adversário”.
Juntem suas bandeiras, nobres palmeirenses! Sorriam à frente de nosso destino.
Dêem uma chance à paz e ao título.
19/10/2009
"157 A) HORA DE DESPERTAR"
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"... Desperte do efeito das carraspanas, [']grande clube de Palestra Itália[']."
“HORA DE DESPERTAR”
Alcoolizado e entregue ao destino de uma charrete puxada por um cavalo - que por sua sorte sabia o caminho de volta –, o velho libertino só se restabelecia dois dias depois, mediante os bolsos vazios - mercê das “casas de tolerância” - e do arrependimento beirando ao suicídio.
Sentado à porta que vislumbrava o quintal, ele cantarolava as saudades da Calábria e de quem mais pudesse lembrar. Marejados, seus olhos de filho do sul da bota não entendiam algumas coisas das quais haviam testemunhado. Algumas pessoas ficaram pelo caminho e outras estavam prestes a ficar.
Antoine de Saint-Exupéry (1900 - 1944) explicaria assim: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
Antoine de Saint-Exupéry (1900 - 1944) explicaria assim: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
... Desperte do efeito das carraspanas, “grande clube de Palestra Itália”. Teus filhos aguardam o prato que lhes alimente.
Conspire a favor e ressurja das cinzas, “fênix do jardim suspenso”. Afinal, mesmo que tu não acredites faltam oito luas para o êxtase.
Conspire a favor e ressurja das cinzas, “fênix do jardim suspenso”. Afinal, mesmo que tu não acredites faltam oito luas para o êxtase.
16/10/2009
"156) PASSADO PRESENTE"
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" ... que vençam os [']gladiadores da Savóia[']."
“PASSADO PRESENTE”
É final de semana! A bola rola! Atentos aos mínimos detalhes, os corações alviverdes batem mais alto.
Chegou o momento de escrever o nome nas linhas vazias da História; de soltar a nossa voz; de gritar gol; de despir-se dos constrangimentos; de lutar contra os moinhos de vento e vencer os dragões criados por nossas incertezas.
Ao final do jogo vencerá o melhor. E por ser disputado no “Coliseum”, onde conhecemos o metro quadrado, que vençam os “gladiadores da Savóia”. Assim sendo, aqueles que chamamos de “genuínos descendentes da Roma Antiga” não podem temer o imperador inimigo.
Rogamos aos maiores e mais corajosos generais das terras de Rômulo e de Remo para que incorporem em cada atleta esmeraldino. Sejam o fator inspirador de nossa vitória. Pelo menos mais uma vez.
12/10/2009
"155) ESTRADA E POEIRA (CAMINHOS DA LIBERDADE)"
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"A cura virá pela voz interior."
ESTRADA E POEIRA
(caminhos da liberdade)
Erros cometidos, alviverdes feridos, estandarte vazado pela lança inimiga ... corte e dor.
A cura virá pela voz interior. Aquela que chama o homem predestinado à luta, através da fibra e da objetividade.
A cura virá pela voz interior. Aquela que chama o homem predestinado à luta, através da fibra e da objetividade.
Não subestimem os valorosos guerreiros da casa azzurra.
Faltam nove luas para o êxtase.
Faltam nove luas para o êxtase.
***
Encobertos pela poeira trazida pelo vento vamos tingindo a nossa vestimenta, o nosso código genético. As alegrias e tristezas denunciam a camada espessa. E o que fazemos do nosso destino é de nossa total responsabilidade.
Viver ou morrer dependem do livre arbítrio. Na verdade, dependem da altura que projetamos para o nosso vôo. Uma queda desastrosa ou um salto rumo ao infinito? Um eterno prisioneiro de nossas incertezas ou o incontestável senhor das asas da liberdade?
09/10/2009
"154) GRAÇAS A DEUS"
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"Graças a Deus a luta continua ... "
“GRAÇAS A DEUS”
Pior que o imprevisto é não poder lidar com ele.
Pior que demonstrar humildade e agarrar-se ao certo é morrer humilhado pelo duvidoso.
Pior que a lágrima derramada é não poder chorar e agradecer aos céus.
Pior que interromper a caminhada - estrategicamente - é voltar e perder o trem da História.
Graças a Deus a luta continua e nossas chances permanecem integrais.
Graças a Deus faltam dez luas para o êxtase.
05/10/2009
"153) VIRA VIROU"
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" ... nossas fileiras comandadas pelo guerreiro Diego (23) - ou William Wallace (1276 - 1305)? - foram absolutamente implacáveis."
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"Não posso me esquecer ... do complemento oportunista ... "
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"Não posso me esquecer ... do chute com raiva mandando para o fundo das redes toda a cólera de quem quer lavar a alma."
“VIRA VIROU”
Mude o seu destino. Corra atrás dos campos de morango. Submeta seu clã à felicidade.
Quando o horizonte for vazado pelos primeiros sinais de um novo dia, sinta o orgulho de levantar aos céus o seu estandarte. O mesmo que anuncia a nova era alviverde, pois o gigante despertou da letargia.
No final de semana p.p., por exemplo, nossas fileiras comandadas pelo guerreiro Diego (23) - ou William Wallace (1276 - 1305)? - foram absolutamente implacáveis.
Não posso me esquecer do gol de cabeça - centésimo da temporada -; do complemento oportunista; ou do chute com raiva mandando para o fundo das redes toda a cólera de quem quer lavar a alma.
A luz que reluziu ao final do jogo foi mais do que viver; foi permanência entre os imortais. E a língua de quem tripudia salivou seu próprio veneno.
Faltam onze luas para o êxtase.
02/10/2009
"152) FLUXO DO ORINOCO"
"Hoje, as corredeiras espetaculares do Orinoco permitem, de forma utópica, que alguns clubes busquem seu [']El Dorado['] particular".
“FLUXO DO ORINOCO”
Orinoco - o mesmo que água rápida, na língua nativa local - é o nome atribuído ao terceiro rio mais caudaloso do continente sul-americano.
O Orinoco nasce na Serra Parima, planalto das Guinas, onde atravessa sinuosamente uma boa fatia do território venezuelano e um singelo trecho do território colombiano. O fim da jornada tem lugar no Oceano Atlântico.
Marcado pelo cerrado do Llanos, planícies existentes em sua bacia, o maior rio venezuelano foi batizado por Colombo (1437 – 1506), conquistador da América, como “Porta do Paraíso”. Percorrendo suas águas, o navegador genovês esperava encontrar muito mais que belas paisagens. Sendo assim, o “El Dorado” - Paititi para os índios - tornou-se um mito; a busca frenética pelo ouro escondido pelos incas e nunca localizado pelo ambiciosos europeus.
Mais de 500 anos se passaram e nada que lembrasse o “El Dorado” foi descoberto e usufruído. Permaneceu viva, sim, a ideologia. Esta, por sua vez, rompeu com as fronteiras nacionais e foi adaptada aos mais diversos interesses. Entre eles, o futebol.
Hoje, as corredeiras espetaculares do Orinoco permitem, de forma utópica, que alguns clubes busquem seu “El Dorado” particular. Provavelmente, alguns candidatos cheguem aos portais da cidade mítica. Entretanto entrar ... é outra história. Apenas um deles.
Confiaria a descoberta do “El Dorado” à Sociedade Esportiva Palmeiras, em virtude dos predicados apresentados. Entre eles, o foco no objetivo final. Essa vontade que lembra as empreitadas obstinadas dos cavaleiros partícipes das cruzadas medievais.
Originariamente, o “rio das águas rápidas” contava com 12 etnias em seu entorno - 12 famílias lingüísticas indígenas. Interessante, agora faltam 12 jogos e ninguém pode ser mais corajoso, audacioso e consciente do que o alviverde. Basta seguir o instinto da natureza e, conseqüentemente, o fluxo do Orinoco.
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