" ... Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, mas apenas um dia. Mas que nesse dia descubra, que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano ... Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja, e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore ..." (Victor Marie Hugo) “HOJE, DOIS DIAS DEPOIS ...”
... poderia vazar os olhos do homem com minha ira, mas o instinto percebido é passageiro, próprio dos amores de cunho passional.
Prefiro estar ao lado de toda a coletividade alviverde e lembrá-la da grandeza de nosso estandarte.
Enxergo a imaturidade e o limite de nossas forças como circunstanciais e pertencentes ao esboço dos verdadeiros campeões.
Entendo o erro como um caminho mutável, em busca do acerto e da harmonia.
Não sou insensível aos nossos problemas. Vivo cada um deles pelas linhas que me permitem escrever.
Intercaladas por mudanças e permanências, aprendi a cultivar seqüências de trabalho.
Escolhi as passagens ininterruptas e gradativas aos processos revolucionários, não deixando de ser ativista confesso.
Passei a ser um sóbrio e ético negociador, onde o meio termo é equilíbrio entre os extremos.
Sendo assim, sou a favor dos ingressos a preços populares e acomodações decentes para nossos torcedor.
Sou a favor de equipes competitivas que sejam marcadas por técnica, disciplina e profissionalismo, bem como identificadas com nossas cores e história, personificando a competência do trabalho iniciado por uma “diretoria” atuante.
Sou a favor de nosso “presidente” Belluzzo, mas como um meio, não como um fim.
Sou a favor, sim, da bandeira esmeraldina - mais importante que os homens. Afinal, quando pudermos deixar de lado a vaidade, a “sociedade” respirará ares de constantes conquistas e a ocasionalidade fará parte do passado.