
Crédito: Diário Lance!
Arremates certeiros, com efeito e venenosos. Alternativas começam a se manifestar no presente. Embora as soluções estejam distantes, o caminho está traçado.
Escolhemos escrever o futuro, permitindo que o passado faça parte, apenas, do lado esquerdo do peito.
Entendemos que algumas posturas tomadas radicalizam e não convergem. Contudo, apostamos na boa fé dos homens. A “Sociedade” é maior que eles.
A seriedade existente em cada rosto, de cada jogador, dentro do gramado, é sinal de que o remédio aplicado surtiu um efeito semelhante ao entusiasmo transmitido pelo povo das terras altas, localizado nas estruturas de cimento armado.
A bola rola caprichosamente e o passe imperfeito já não é constante.
Porém, nada poderia seguir seu rumo normal não fosse a arte retornando ao lar; não fosse a poesia escrita por entre as cordilheiras; não fosse o “Mago” causar o caos na linha defensiva adversária.
Ele voltou! A essência do que há de melhor no planeta bola alviverde.
Além de seus dribles e passes precisos, o Mago agora nos emociona com uma disciplina tática que poucas vezes pudemos assistir.
Inspirado pela concorrência estrangeira a serviço dos adversários, o Mago não quer perder o fio condutor da história do futebol.
Assim sendo, o Mago vai fazendo o que de melhor seus pés podem definir.

















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